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Revelações de uma cantora que aposta no estilo romântico para decolar na carreira artística

1. Quando você decidiu que iria seguir profissionalmente como cantora?
Comecei na música muito jovem, aos 13 anos de idade, participando de festivais e desde então, queria o futuro na música. Investi na profissão e, a partir do primeiro CD, passei a cantar na noite. Nessa época, comecei a fazer cursos de técnica vocal e não larguei mais a música.

2. Quais são as suas preferências musicais?
Gosto dos mais variados estilos, pois para mim, o importante é o conteúdo, é a música passar emoção. Eu ouço diversos ritmos, e foco no romântico para desenvolver o meu trabalho.

3. Em seu primeiro CD, você focou basicamente no MPB, certo? Você também compôs canções para este álbum?
Meu primeiro CD foi independente, lançado aos 17 anos. Produzi junto com um amigo, e era voltado para a MPB e para a Bossa Nova. Este trabalho não traz canções minhas, são faixas de colaboradores, como esse amigo e também do meu pai. A história das composições começou no segundo disco, lançado em 2007.

4. Você poderia comentar o estilo do seu segundo álbum?
É um Pop romântico, com diversos ritmos, que traz a minha primeira composição: a música “Palavras”, que fiz junto com o meu pai.

5. Você tem empresário para gerenciar sua carreira?

Marjory alcançou o TOP 6 entre os finalistas do Ídolos 2011

Nunca tive um manager: sempre fomos nós mesmos que corremos atrás das oportunidades. Quando casei, passei a contar com o apoio do meu marido e, com companheirismo, batalhamos sozinhos. Tudo é desenvolvido por meio do trabalho independente e investimento próprio.

6. Como aconteceram as participações no programa Ídolos?
A minha primeira participação foi em 2008. Eu perdi a audição no Sul e acabei vindo para a audição de São Paulo. Eram inúmeros os inscritos e não passei para as fases seguintes. Fiquei muito triste e em 2009 não participei. Em 2010, voltei a concorrer, chegando na fase dos jurados. Agora em 2011, fiquei na final, dentro do Top 6.

Muita coisa mudou desde a minha primeira vez no programa, há três anos. Quando cantamos na noite, vamos aprendendo no dia a dia. Já no "Ídolos" foi diferente, tinha professores de várias áreas, para orientação de presença de palco, parte cênica... Se contar desde o primeiro dia, você amadurece como pessoa e artista, colocando em prática conceito e as críticas que recebe.

7. E na sua autocrítica, o que faltou para ser a vencedora do programa neste ano?

Marjory, na etapa final com outros 7 finalistas

Talvez um arranjo mais acústico, pois eu quis mostrar mais energia e deixar a banda mais alta. Eu gostei da escolha da música, mas o que valia para o programa é a emoção, emocionar os jurados e o Brasil. Pelo fato de chegar ao Top 10, não posso mais participar do Ídolos devido às regras do programa. Mas não posso deixar de dizer que fiquei impressionada com o carinho do público...

8. E o que você está preparando neste momento para a sua carreira?
Quero seguir na linha romântica, falar de amor, porque o mundo está muito carente. Tenho como meta gravar o próximo álbum com selo de gravadora, porque traz mais evidência, conhecimento e projeção ao trabalho. Quero e vou fazer muitos shows para conquistar o Brasil inteiro. Já tenho shows agendados para São Paulo, Rio de Janeiro, Recife e Florianópolis.

 Fonte: www.uol.com.br

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